quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
"É preciso salvar o planeta do capitalismo"
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
A propaganda ideológica de todos os dias
A tática tem lá sua eficiência, pois diferentemente do caráter formal dos telejornais, em que a forma notícia supostamente retrata questões da realidade, com a pretensa finalidade de informar a população, no caso da ficção a propaganda ideológica é diluída na trama narrativa, pegando os telespectadores no momento em que se encontram desarmados dos filtros críticos que possam ter ao assistirem aos telejornais.
“A Favorita” não representa novidade no procedimento de incorporação temática nas telenovelas de questões polêmicas candentes na “sociedade brasileira”. Para ficarmos com exemplos de nosso interesse, em “O Rei do Gado” (1996), a luta pela reforma agrária foi o mote do inverossímil enredo dramático que teve na trama um romance entre uma sem-terra e um latifundiário. E em “Duas caras”, a crescente organização dos movimentos de trabalhadores sem-teto e de desempregados foi representada como uma luta manobrada por oportunistas e autoritários líderes comunitários.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Entrevista de Lula na BBC 1a. parte
Para ver melhor este vídeo, desligue antes a estação musical, a esquerda da página, logo abaixo.
A entrevista não é atual, mas vale como registro histórico. Para seguir a seqüência da entrevista, basta clicar no vídeo, quando este terminar aqui. Assim voce será direcionado à página do Youtube. Lá, iniciará o mesmo vídeo, basta pará-lo e selecionar a sequência da entrevista no "box", à direita da página. E assim sucessivamente até terminar a entrevista.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Depoimento Daniel Dantas
Para ver melhor este vídeo, desligue antes a estação musical, a esquerda da página, logo abaixo.
Pra rir um pouco. Achar graça de situações trágicas, mas que "heróis brasileiros" tentam mudar essas tragédias todo santo dia.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Araçatuba 100 anos
Depois de uma "tenebrosa" ausência, devido ao feriado prolongado de minha cidade (era seu aniversário), voltei revigorado após passar alguns dias na praia. Estive em Itanhaém, na colônia de férias do Sindicato dos Radialistas do Estado de São Paulo.
Apesar de, meio que tardio, me sinto na obrigação de falar um pouco de minha cidade e de como alguns setores prepraram pra ela uma festa que acreditavam que ela merece.
Araçatuba fez no dia 2 de dezembro 100 anos. Cidade com pouco mais de 170.000 habitantes, apesar de muitos insistirem em dizer que tem mais, segue a reboque do desenvolvimento que o país atravessa. Excluindo o fenômeno da crise capitalista, que deve aportar por aqui cedo ou tarde, Araçatuba está tendo um "boom" de crescimento econômico que lembra os anos 70. Muitas empresas prestadoras de serviços, bem como algumas indústrias têm se instalado ou ampliado suas instalações por aqui.
O jornal Folha da Região publicou recentemente uma revista em homenagem a cidade pelo seu aniversário. Infelizmente, como toda publicação desse tipo, além de matérias ufanistas e históricas, a publicação peca por não ser mais completa. O termo "completa", creio, se deve pelo fato da mesma não abordar assuntos que são problemas rotineiros encontrado pelos munícipes ou que geram preocupação por atravancar o desenvolvimento social e econômico da cidade. Aquilo que chamamos de desafios que a cidade tem de superar.
A falta de uma política clara de educação, de segurança e uma postura política divisível entre o populismo e uma assistência social correta, certamente faria a diferença para os menos favorecidos da cidade. Após quase uma década na mão de um clã (Família Maluly) e de décadas de alternativas entre outros (Andorfatos e Venturollis) Araçatuba parece despertar para o novo. Com a eleição de um prefeito oriundo do movimento sindical, Cido Sério, agora, talvez, a história que a cidade escreve pode mudar mude de vez. Nas últimas eleições, pelo menos apontou para isso, já que 90% da Câmara de vereadores também foi renovada.
Alguns links interessantes sobre o texto;
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Araçatuba 100 anos
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Portal Araçatuba 100 anos (Agenda)
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Slide Share
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História de Araçatuba
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
RECORD NEWS - CHÁVEZ por PH Amorim - Parte 1A
Para ver melhor este vídeo, desligue antes a estação musical, a esquerda da página, logo abaixo.
A entrevista não é atual, mas vale como registro histórico. Para seguir a seqüência da entrevista, basta clicar no vídeo, quando este terminar aqui. Assim voce será direcionado à página do Youtube. Lá, iniciará o mesmo vídeo, basta pará-lo e selecionar a sequência da entrevista no "box", à direito da página. E assim sucessivamente até terminar a entrevista.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
A mídia e as eleições na Venezuela
Há quem diga que a BBC Brasil tem personalidade própria e isenção suficiente para se posicionar seriamente a respeito do que se passa ao redor do mundo. Hoje, especificamente, em contraposição ao texto de ontem, transporto do blog do Miro sua análise a respeito das eleições que ocorreram na Venezuela. Apesar de parecer pouco significante esse país sulamericano para alguns, é emblemático a luta que se trava naquele país. Muitos, inclusive, acreditam que as idéias "pregadas" e iniciadas na Venezuela estão ultrapassadas. Conceito este que perde fôlego a cada notícia em que se é abordado a crise do sistema capitalista, que iremos abordar mais profundamente um pouco mais pra frente.
Na entrevista coletiva em que reconheceu os resultados das eleições e enalteceu a vitalidade da democracia na Venezuela, o presidente Hugo Chávez aproveitou para criticar a cobertura da rede estadunidense CNN. Lembrou que de apoiadora do golpe de abril de 2002, a emissora ianque se transformou no principal cabo eleitoral da oposição direitista no país, manipulando informações para desqualificar o governo venezuelano. A crítica de Chávez serve perfeitamente para analisar a cobertura da mídia brasileira das eleições deste domingo.
Antes do pleito, Folha, Estadão e TV Globo, entre outros veículos, tentaram vender a imagem de que o processo eleitoral seria viciado e de que o governo apelaria à truculência contra a oposição. O correspondente da Folha em Caracas, Fabiano Maisonnave, ex-petista que virou um rancoroso antichavista, pinçou trechos dos discursos de Chávez, descontextualizando-os, para mostrar um governo autoritário, violento, ditatorial. “Chávez usa ameaças para tentar conquistar estado mais rico”, foi uma das manchetes do cínico jornal, que apoiou o golpe militar e as torturas no Brasil.
Sucursal rastaqüera da CNN
Concluída a apuração, a mesma mídia venal passou a festejar a “vitória da oposição”. Os âncoras do Jornal Nacional da TV Globo saudaram, alegremente, “a derrota do presidente Chávez”. O correspondente antichavista da Folha, guindado agora ao posto de colunista e puxa-saco oficial da famíglia Frias, vaticinou o declínio da revolução bolivariana. “Chávez sai desta eleição mais parecido com o caudilhismo rural do século 19”, escreveu o postulante a intelectual da direita.
A manipulação da mídia nativa, sempre tão servil às opiniões do “império do mal”, uma sucursal rastaqüera da CNN, é grosseira. Ela não deu manchetes para os resultados objetivos do pleito, realçando apenas os êxitos da direita. Um jornalismo mais imparcial noticiaria que os chavistas venceram em 17 dos 22 estados; em 233 prefeituras, contra 57 dos oposicionistas; que o PSUV, o partido recém-fundado do presidente Chávez, conquistou 5,6 milhões de votos – no referendo de dezembro passado, o governo teve 4,4 milhões de votos. A mídia seria obrigada a reconhecer que o Chávez continua com invejável força e prestígio, após 10 anos de governo e 14 eleições.
Quadro político mais complexo
Uma análise mais nuançada, menos envenenada pela mídia, aponta certo equilíbrio no resultado eleitoral deste domingo. Indica que a direita oligárquica, que sabotou as eleições de 2004 e que agora decidiu se dobrar às regras democráticas, ainda tem força no país. Ela está fora do governo central, mas mantém seu poder econômico e midiático; conta com o ostensivo apoio dos EUA; e aproveita-se também das limitações da própria “revolução bolivariana”, inclusive das suas falhas administrativas. A oposição passa a governar cinco estados, entre eles o de Zulia, maior produtor de petróleo do país, Miranda e Carabobo. Também dirigirá a estratégica prefeitura de Caracas.
Como raciocina Gilberto Maringoni, autor do livro “A Venezuela que se inventa”, o resultado do pleito torna mais complexa a disputa política no país vizinho. “O governo segue com o apoio da maioria da população, mas a situação do país apresenta nuances... Esta nova oposição, assentada nas mesmas bases sociais da anterior – meios de comunicação, poder econômico e governo dos EUA –, ao que tudo indica, muda qualitativamente o panorama político do país. Possivelmente, o discurso chavista terá de se reciclar”. A direita não venceu, como difunde a mídia, mas o quadro político do país sofreu alterações, o que exigirá muito firmeza de princípios e habilidade tática.
Na entrevista coletiva, o presidente Hugo Chávez parece já ter assimilado o resultado da eleição.
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Luz amarela para Chávez
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Encontro Preparatório para a I Conferência de Comunicação será realizado no dia 02
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Análise: Todos ganham nas eleições venezuelanas
domingo, 23 de novembro de 2008
Dez anos de Chávez no poder
A arrasadora vitória eleitoral de Chávez em dezembro de 1998, que recebeu 58% dos votos válidos ante o adversário Enrique Salas Romer Feo, trouxe importantes alterações para a política e economia venezuelana e para a própria América Latina.