contador de visitas
Mostrando postagens com marcador Terrorismo americano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terrorismo americano. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Terrorismo também é made in USA


Por Brizola Neto

A Wikileaks vazou ontem um documento da CIA que revela atividades terroristas financiadas por cidadãos americanos e revela o temor com a percepção internacional dos Estados Unidos como “exportadores do terrorismo”.
O documento da unidade especial Red Cell, da CIA, de 5 de fevereiro de 2010, afirma que “ao contrário do senso comum, a exportação americana de terrorismo ou terroristas não é um fenômeno recente, e nem tem sido associado unicamente a radicais islâmicos ou pessoas de origens étnicas do Oriente Médio, África ou Sul da Ásia”.
Prossegue o texto afirmando que “esta dinâmica desmente a crença americana de que nossa sociedade multicultural livre, aberta e integrada diminui o fascínio dos cidadãos americanos pelo radicalismo e pelo terrorismo”.
O informe secreto descreve uma série de atentados promovidos e/ou executados por cidadãos norte-americanos em vários países, como Paquistão, Palestina, Índia e Irlanda do Norte.
A principal preocupação revelada pelo documento refere-se às consequências que os Estados Unidos poderiam sofrer caso fossem vistos como exportadores do terrorismo, como a não cooperação em rendições (incluindo a prisão de agentes da CIA) e a decisão de não dividir com os EUA atividades de inteligência.
Também se antecipam possíveis problemas na cooperação internacional com os EUA em atividades extrajudiciais, incluindo, detenção, transferência e interrogatório de suspeitos em outros países.
“Se os EUA forem vistos como ‘exportadores de terrorismo’, governos estrangeiros poderiam requerer uma reciprocidade que iria impactar a soberania norte-americana”, diz o documento.
“Em casos extremos, a recusa dos EUA de cooperar com pedidos de extradição de cidadãos americanos por governos estrangeiros pode levar alguns governos a considerar retirar secretamente os suspeitos de terrorismo do solo americano”, acrescenta o documento.
A percepção dos EUA como “exportadores de terrorismo”, diz ainda o documento, também criaria difíceis questões legais, já que o país não é signatário do Tribunal Penal Internacional TPI) e fez acordos bilaterais de imunidade com outros países para preservar cidadãos americanos de serem processados pelo TPI. Os EUA ameaçaram encerrar ajuda econômica e militar a países que não concordassem com esses acordos bilaterais.
O Wikileaks presta mais um serviço a humanidade revelando as práticas dos serviços secretos dos EUA e a dupla moral com que o país enfrenta a qusetão do terrorismo no mundo.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Incoerências na luta norte americana "contra o terrorismo"


Sob a acusação de terrorismo, os Estados Unidos mantêm presos, desde 1998, cinco cidadãos cubanos, a quem são negados os mais elementares direitos, e contra quem o governo americano armou toda sorte de ardis para condená-los.

De fundo, creio, que a maioria desconfia dessa luta "contra o terrorismo" do governo norte americano. É certo que o atentado conhecido como "11 de Setembro" em Nova York foi o estopim das ações que começaram no Afeganistão e chegou ao Iraque. Mas muito antes disso, nos Estados Unidos, já existia uma ação do governo cubano, que monitora a Máfia Cubana que têm suas bases na Flórida, um dos Estados daquele país. Para quem não sabe, depois da revolução socialista em Cuba, diversos criminosos cubanos, entre outras pessoas que perderam seus privilégios, fugiram para os Estados Unidos. Alguns foram expulsos e acabaram se juntando a eles na Flórida. De lá, durante a Guerra Fria, eles arquitetavam e colocavam em operação, juntamente com o governo americano, diversas ações terroristas com o intúito de derrubar o governo socialista. Com esses terroristas cubanos era a "deixa" para justificar o envolvimento do governo americano para continuar seu empenho na luta contra Fidel Castro.

Essas operações terroristas não pararam. Devido a isso, o governo cubano monitora regularmente as ações da máfia cubana, em Miami, através de seus agentes secretos. Numa dessas ações de monitoramente, cinco agentes acabaram sendo descobertos e presos. Desde então, diversas situações de ilegalidade, por parte da Justiça americana, naquele Estado, tem sido perpetrado com o intúito de atingir o governo socialista de Cuba.

O governo cubano, como diversas organizações internacionais, consideram os agentes Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González, e René González como presos políticos. Seus advogados de defesa, fizeram diversas tentativas de mudar o local de julgamento, pois a sociedade da Flórida tem forte influência da máfia cubana e da comunidade anti-castrista.

Acompanhe mais a situação através dos links abaixo;

-

Cronologia

-

Injustiça em Miami (em espanhol)

-

Liberdade para os cinco heróis cubanos

-

Cubanos presos são impedidos de receber visitas

-

Prisioineiros do Império

-