sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Bolívia, vítima de sua elite racista e ingerência do governo norte americano

Não é de hoje que acompanhamos as notícias que vem da Bolívia. Sempre de forma pejorativa em relação a atuação do presidente Evo Morales. Que por sinal tem feito um grande trabalho. Administrando uma contenda que certamente já teria ido pra guerra civil naquele país. Hoje precisamente acompanhei a situação lendo uma entrevista de Evo para o jornal Il Manifesto, da Itália.

Leia a entrevista abaixo e clique nos links a seguir, assim é possível estar por dentro de tudo que vem ocorrendo com essa nação tão sofrida por tanto tempo de exploração das elites reacionárias.




ENTREVISTA – EVO MORALES
“O embaixador dos EUA lidera a conspiração contra meu governo”
Presidente da Bolívia acusa embaixador dos Estados Unidos no país de conspirar contra o governo e de tentar repetir no país "o que fizeram no Kosovo". Evo Morales revela que camponeses e indígenas já pediram armas para defender o governo, mas defende revolução pelas urnas e não pelas armas.
Pablo Stefanoni - La Paz*


Às sete da manhã, o Palácio Quemado já está um formigueiro e os ministros devem ter paciência para conversar com o chefe de Estado. “É assim mesmo”, diz um embaixador com experiência na dinâmica “evista” a um ministro novato no gabinete que se impacienta com a demora de Evo Morales em chegar a uma reunião com exportadores.Em um intervalo de alguns minutos, o líder cocalero conversou com Il Manifesto sobre temas da atualidade nacional e internacional. Enquanto tomava um suco de mamão, acusou o embaixador dos Estados Unidos, Philip Goldberg, de conspirar contra seu governo e de tentar repetir na Bolívia “o que fizeram no Kosovo”. Admite que camponeses e indígenas pediram armas para defender o governo diante das demandas autonomistas de Santa Cruz. E assinala que, se o diálogo não avançar, a saída será convocar um referendo revogatório para o presidente e os governadores, “para que o povo diga a quem apóia”.

Il Manifesto: Como é possível retomar o diálogo com os
governadores opositores?

Evo Morales: Nós apostamos na autonomia. No referendo de 2006, a maioria dos bolivianos disse “Não”, mas em quatro regiões ganhou o “Sim”. Por isso garantimos autonomias na nova Constituição e sinto que é necessário criar um espaço no Poder Executivo, um ministério de Autonomias que comece a construir com os movimentos sociais uma autonomia baseada na legalidade e na solidariedade entre regiões. Mas alguns grupos confundem autonomia com separação ou independência.

Il Manifesto: Santa Cruz segue avançando direção de
seu referendo autonomista de 4 de maio...

Evo Morales: Gostaríamos que parassem
para que pudéssemos avançar juntos.

Il Manifesto: Se o diálogo fracassar segue
valendo a proposta do referendo revogatório?

Evo Morales: Exato. Por isso dissemos que apostamos nas urnas e não nas armas.

Il Manifesto: Mas admitiu também que alguns setores campesinos pediram armas para defender o governo. Como é isso?

Evo Morales: Recebi algumas ligações telefônicas e sou transparente.
Comentei com a imprensa que tergiversou sobre minhas declarações. Preocupou-me
bastante receber chamadas de companheiros do campo e da cidade que me disseram
textualmente: “Irmão presidente, quando era dirigente sindical você se fez
respeitar, agora nós faremos respeitar, nos dê armas”. Eram fortes as chamadas.
Em um certo momento tive que desativar meu celular, que atendo só de
madrugada.

Il Manifesto: E qual foi sua resposta a esses pedidos?

Evo Morales: Por certo não estamos de acordo com isso. Disse que é preciso fazer uma revolução nas urnas e não com armas, e estamos cumprindo isso. Mas as agressões e humilhações causam estas reações em nossos companheiros. Inclusive houve uma marcha a La Paz pedindo-me armas. Tudo isso é provocado por uma direita racista que já me chamou de macaco. E se tratam o presidente como um animal, o que podem esperar os camponeses e indígenas?

Il Manifesto: O sr. se referiu ao Kosovo. Crê que pode ocorrer o mesmo na Bolívia?

Evo Morales: Quero que o mundo inteiro saiba é que há uma conspiração contra minha pessoa encabeçada pelo embaixador dos Estados Unidos (Philip Goldberg). Perguntemo-nos de onde veio o embaixador estadunidense (que atuou no Kosovo). Não vamos permitir que os Estados Unidos sigam conspirando para dividir a Bolívia com grupos oligárquicos e mafiosos. Se os EUA lutam contra a corrupção e a injustiça por que não extraditam o ex-presidente Gonzalo Sánchez de Lozada? (acusado por quase uma centena de mortes, produto da repressão na “guerra do gás” de 2003). Quando os povos se levantam, estas autoridades pró-império e pró-capitalistas correm para onde isso ocorre. Quando já não podem dominar, porque há democracias libertadoras e não comprometidas, os EUA fomentam a divisão.

Il Manifesto: Considera encerrado, com as desculpas do embaixador, o caso da utilização de bolsistas como informantes?

Evo Morales: O senhor Vincent Cooper (funcionário da segurança da embaixada dos EUA) é persona non grata para a Bolívia e o assunto está sendo investigado. Hoje sabemos que utilizam seus estudantes, que vêm com vontade de aprender, para fazer espionagem. Descobrimos até que a polícia boliviana fazia espionagem e perseguições para a embaixada-norte-americana.

Il Manifesto: Acredita que uma vitória democrata nos EUA poderia melhorar as relações?

EvoMorales: Entendo que há políticas de Estado nos EUA, mas gostaríamos que
começassem a respeitar os direitos humanos e os processos de libertação e as
transformações profundas que estão ocorrendo na América Latina. Para isso, devem
pôr fim à prática da espionagem, da tentativa de submissão e da soberba. O
ex-embaixador Manuel Rocha chamava-me de Bin Laden.

Il Manifesto: Como viu a saída de Fidel Castro do poder?

Evo Morales: Como o Che, Fidel é um símbolo imbatível para toda a humanidade. É um homem histórico. Em minhas conversas de horas e horas com Fidel ele sempre me falava da vida, da saúde e da educação. Hoje isso se materializou na Bolívia com a Operação Milagre, com mais de 100 mil pessoas operadas dos olhos gratuitamente. Ficará um grande vazio. *

Entrevista publicada originalmente em Il Manifesto, ItáliaTradução: Marco Aurélio
Weissheimer


http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14830


Links relacionados ao texto;

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/internacional/201cvamos-denunciar-ingerencia-dos-eua-na-bolivia201d


http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/search?portal_type%3Astring=Agencia&review_state=&Title=&Subject=&Description=&created%3Adate=1970%2F02%2F01+00%3A00%3A00+GMT&created_usage=range%3Amin&Creator=&SearchableText=bol%C3%ADvia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Mídia e Debate (novo link de blog recomendado no Pimentus)


Adicionei o link Mídia e Debate no espaço de blogs recomendados, aqui do Pimentus, depois que descobri e comecei a ler os textos do professor João Freire. Que é quem publica o blog. Sem muitas imagens mas com textos instigantes, o blog é uma pérola de objetividade e perspicácia em relação à crítica da atuação de nossa mídia golpista e reacinária no dias atuais. Acho que só vem a contribuir aos nossos esforços de garantir que o senso crítico esteja presente, no dia a dia, de nossos leitores ao estar acompanhando o trabalho nada jornalístico que nossa mídia tem prestato à nossa sociedade. O texto UMA VERDADE INCONVENIENTE, por exemplo, é emblemático. Acompanhem-no abaixo e depois vá conhecer o blog. Basta clicar no título deste texto.



UMA VERDADE INCONVENIENTE


Causei certo espanto em meus alunos, durante uma aula,
quando afirmei: “A mídia não é confiável”. Afirmo isso com a certeza de quem
pesquisa o tema e vê os abusos cometidos e as verdades fabricadas, em função da
agenda política e comercial das empresas de comunicação.

Assim
como os meus alunos, a maioria esmagadora da população não tem essa percepção e
atribui uma grande credibilidade a esse setor (ver texto publicado em
23/01)

Na semana passada, quando o Banco Central anunciou que
nossas reservas cambiais eram suficientes para pagar a dívida externa, o Jornal
da Globo se apressou em esclarecer: o governo Lula não tem qualquer mérito no
bom momento da economia. “O que nós estamos assistindo é o triunfo da ortodoxia
econômica. Nós fizemos de 94 para cá a introdução de uma série de políticas
econômicas (câmbio flutuante, superávit primário e meta de inflação) que foram
grandes mudanças”, afirmou o comentarista Carlos Alberto Sardenberg, fazendo uma
explícita alusão ao governo FHC.

“Para o economista Paulo Rabello
de Castro, os bons números nas contas externas vieram com a ajuda do cenário
internacional favorável nos últimos anos”, afirmou a mesma matéria do JG. Nenhum
contraditório, nenhuma afirmação positiva sobre a atuação do governo Lula. A
mídia quer fazer a cabeça da população e, por isso, não pode dar espaço para
pensamentos diferentes. Isso não é jornalismo.

É óbvio que depois
de mais de 5 anos de atuação, o governo atual tem mérito pelo sucesso da
economia. Mas, como a mídia comercial está comprometida com a eleição de Serra,
Alckmin ou ainda qualquer outro candidato viável da direita, os veículos se
apressam em explicar que o governo Lula não faz nada de bom.

É
importante lembrarmos de alguns números, que demonstram como o governo anterior
deixou a desejar na condução da economia. Segundo o Banco Central, em janeiro de
1995, quando FHC tomou posse, a dívida interna correspondia a 20,7% do PIB. Oito
anos depois, em dezembro de 2002 quando FHC deixou o governo a dívida interna
atingiu a marca absurda de 52,36% do PIB. Já a dívida externa, passou de 19,9%
do PIB (em 1995) para 41,8% do PIB (em 2002).

Para a mídia
comercial – também chamada de PIG (Partido da Imprensa Golpista), pelo
jornalista Paulo Henrique Amorim – os fatos são uma verdade inconveniente e, por
isso, precisam ser deturpados.

http://jlfreire.blog.uol.com.br/arch2008-02-24_2008-03-01.html#2008_02-25_19_45_00-2071929-0


terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

A diferença

Estava falando do crescimento da Revista Carta Capital em detrimento das "outras" que se afundam, cada vez mais, em suas "verdades" partidarisadas e na ignorância bestializante. Coisas de doentes. Pois bem, dando uma olhada no blog do Rovai, o mesmo faz interessante comentário a respeito da coinscidência das imagens das capas das revistas Veja e Carta Capital, mas que antagonicamente, uma delas apostou em tratar do assunto de forma jornalística e outra de esquisofrenísticamente panfletária.
Veja abaixo o texto de Rovai e posteriormente o link que remete ao seu blog;






Carta Capital e Veja: as diferentes de capas iguais

Como o leitor pode perceber a diferença entre as capas de Veja e Carta Capital desta semana é apenas de abordagem. Uma revista é séria e trata o assunto da forma jornalística. A outra, na sua opção pela patifaria, age como se fosse bêbado de fim de festa, aquele chato que fica falando besteira, mas acha que está fazendo o maior sucesso. De qualquer forma, acho que já vi essa "criativa" capa em uma outra revista americana, o leitor poderia me ajudar a encontrar o original. Já dei uma busca no google, mas como sou infoanalfa, nada. Os criativos de ambas as publicações poderiam se esforçar um pouco mais para fechar a capa da próxima edição. À propósito, aquele panfleto recém-lançado da Abril com nome de A Semana tem uma charge de Fidel apagando um charuto. Cópia besta de uma capa inteligente da edição desta semana da The Economist. Uma revista anti qualquer coisa que diga respeito a Cuba, mas que não é tosca. Vejam as capas abaixo:




http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/texto_blog.asp?id_artigo=2036

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O crescimento da Revista Carta Capital


Por causa das limitações de estar postando aqui com regularidade, devido ao acidente que sofri, não pude comentar, na época, de um assunto que me chamou a atenção, apesar de já estar com uma leve desconfiança; No blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, há uma informação que está mudando a maneira de como as pessoas gostariam de estar sendo informadas através de revistas semanais.
Embuídos no objetivo de desestabilizar o governo federal (lê-se governo Lula) e fazendo defesas estapafúrdias e de maneira subterfúgica, as revistas semanais, que ainda para muita gente, informam com a verdade, têm cometido diversos deslizes éticos no que se propõe a fazer. A "verdade" de algumas revistas nem sempre vem destituída de interesses. Por causa disso a Revista Carta Capital avança no número de leitores e de assinantes. Segundo dados do Instituto Marplan, a pesquisa mostra que Carta Capital cresce de forma contínua, enquanto suas congêneres nem tanto. Ao contrário, perde leitores. Obviamente que esse fenômeno tem há ver com a postura que a revista Carta Capital tem tomado frente a diversos fatos que se relacionam com o cotidiano de nossa sociedade. Quando mais independente, idônea e imparcial, mais reconhecimento a revista tem e começa a ser valorizada. Quem é o doido de ficar comprando uma revista carregada de interesses escusos? Muitos deles com nenhuma relação com a verdade.
Conheça um pouco mais da revista conhecendo seu site. O link se encontra ao lado direito desta página.
Leia mais a respeito. Clique no título do texto ou no link abaixo;

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Esculhambação sobre Fidel e Cuba socialista visa atingir brasileiros

Apareceu em todos os jornais televisivos. A saída de cena do Presidente de Cuba Fidel Castro é bajulada em todos os jornais como se fosse a conquista de uma Copa do Mundo. Numa tentativa doentia de tentar desconfigurar a figura política de um dos maiores líderes que a humanidade já conheceu, nossa mídia golpista e reacionária abusa de seu poder. Pra isso vale imputar mentiras, leviandades e os adjetivos mais torpes possíveis a respeito deste homem. Fidel não é apenas um mito, como disse o Presidente Lula, é uma referência moral para aqueles que ainda buscam algum sentido em suas opções políticas. Comparar esta liderança política à qualquer ditador de plantão é a maneira mais pobre de nossa mídia golpista em querer conceitualizar sua visão medíocre de mundo. Uma visão que não dê espaço para o entendimento de que um outro mundo é possível, onde as condições básicas para ser feliz e viver bem não seja algo utópico, mas ao alcance de qualquer um.
Para saber mais a respeito do que tem por trás dos ataques de nossa mídia reacionária, clique no título deste texto, acima da foto de Fidel. O site Brasil de Fato decifra com maestria sobre o que nossa mídia tenta esconder.

A Revista Forum também disponibilizou algumas páginas com matérias especiais sobre Fidel Castro e Cuba. Vale a pena conferir;

Especial Fidel Castro.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Revista Veja e seu rabinho de palha


A ilustração ao lado representa a mesma situação que estou vivendo agora. Após cirurgia, estou usando este imobilizador de perna, para não dobrar o joelho.
Estou indo na faculdade e me deslocando entre as consultas médicas parecendo um pirata com perna de pau. Enfim, me recuperando. Também estou um pouco afastado da net, pra não dizer que estou muito. Mas tenho recebido e-mails informando a respeito da série de reportagens que o Luís Nassif tem feito, desmascarando a revista Veja.
Acho interessante que os colegas e os amigos, que vierem aqui, utilizem os links que disponibilizo ao lado para irem acompanhando a polêmica a respeito desse assunto. Veja um pouco abaixo isso que estou comentando;

Luís Nassif dispara série contra revista Veja

Carla Soares Martin

O jornalista Luís Nassif iniciou em seu blog uma série jornalística, um misto de texto editorial e informativo, contra a Revista Veja, da Editora Abril. Os capítulos referem-se, segundo o jornalista, à crise que a revista estaria atravessando desde os anos 80. “A Veja começou a praticar um jornalismo de abuso de poder e falta de clareza em suas intenções”, disse Luís Nassif, em entrevista ao Comunique-se.

O comentarista de Economia do Jornal da Cultura explica: “Abuso de poder ao fazer reportagens sob a ótica subjetiva, em vez da objetiva, por meio de fatos. A falta de clareza está nas intenções editoriais da revista, que não se presta nem ao menos a abrir espaço para o outro lado.” Luís Nassif ressalta que seu blog, pelo contrário, não se presta meramente ao papel de acusar a Veja, mas traz elementos que comprovam a marca “panfletária” da revista.

A série
O jornalista fez quatro capítulos, até o momento. Neles, aborda o que classificou de “puro esgoto jornalístico”. Critica o começo de uma prática repleta de “cacos”, que seriam os trechos editoriais colocados sem a permissão do repórter na matéria, e “pregos sobre o vinil”, um tom agressivo que seria desmedido e escrito a cada reportagem.

Cita ainda situações para fundamentar sua posição: o caso André Esteves, no qual o banqueiro teria sido duramente criticado pela reportagem por tentar levantar uma editora concorrente, a Editora Três; o caso COC, em que a revista teria feito uma reportagem encomendada para desbancar a editora de livros concorrente ao Grupo Abril; o caso da Guerra das Cervejas, na qual a revista teria feito ampla campanha a favor do publicitário Eduardo Fischer e, por fim, um fato de abrangência nacional: a matéria contra a cantora Maria Rita, por ela ter se recusado a dar uma entrevista exclusiva à revista no lançamento de seu primeiro álbum. À época, o Comunique-se realizou ampla cobertura sobre o caso.

Nassif pretende voltar a escrever depois do Carnaval. “Qualquer texto, agora, se perderia”, explica o jornalista que, como informa, já tem outros capítulos na manga.

A Revista Veja
Procurados para comentar as acusações de Nassif, o redator-chefe Mário Sabino e o diretor de redação, Eurípedes Alcântara, não foram encontrados na tarde desta sexta-feira (01/02).

http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D42226%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D19187513361%26fnt%3Dfntnl

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Tô sarando...


Dei uma escapulida, após consulta médica, e vim escrever algo pra vcs. Na verdade passar notícias a meu respeito (óia que quase ninguém perguntou, snif). Bom, fiz a cirurgia e estou em plena recuperação. Não posso me locomover muito. A dor ainda é insuportável se abusar de alguma atividade física (levantar, sentar e caminhar). Mas está dando pro gasto. Fraturei a rótula, ou patela para alguns. Precisou ser remontada. Mas já está cicatrizando. Mais pra frente entro nos detalhes de como ocorreu. Pura bobeira minha.