quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Estou dodói


Gente, é o seguinte; me acidentei de moto. Fiz uma cirurgia no joelho e devo ficar ausente por alguns dias. Mas na medida do possível me esforçarei para ir postando informações relevantes, não tanto sobre mim, mas sobre os outros. Lógico, né?! hehehehehhe Melhoras pra mim.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Requião critica mídia nos casos dos filhos de FHC e de Renan

Cheguei há pouco de viagem de SP e vi no Blog do Mello o texto abaixo e o vídeo acima. Achei interessante postar os dois até me organizar para o próximo post.

Nossa mídia é mais incoerente do que qualquer coisa que eu possa dizer agora para exemplificar aqui.

"Nos primeiros minutos do dia de hoje, o governador do Paraná Roberto Requião deu uma entrevista à jornalista Christina Lemos, no programa Brasília ao vivo, na Record News.

À vontade, bem no seu estilo, o governador criticou a mídia – em especial a Rede Globo – o judiciário e denunciou a hipocrisia geral dos falsos moralistas, que sacam suas críticas de acordo com as conveniências políticas.

Citou como exemplo a diferença de tratamento nos casos dos filhos fora do casamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador Renan Calheiros.

Requião está se aproveitando muito bem da infeliz sentença do desembargador Lippmann, que, na prática, trouxe de volta a censura ao Brasil. No seu estilo de não levar desaforo pra casa, o governador está ocupando do lado governamental o espaço do brigão, do valente, servindo de contraponto aos pitblogueiros e buldogues da oposição.

A entrevista, na íntegra, em duas partes, você pode assistir no site da Record News."

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Acusações contra juiz que instaurou censura no Paraná começam aparecer

Olha a cara do elemento.

Não demorou muito e, após a polêmica decisão do juiz federal Edgard Lippmann Júnior, do TRF (Tribunal Regional Federal), denúncias começam a aparecer contra o mesmo. Ontem o diretório estadual do PMDB estaria se reunindo para discutir a estratégia para divulgar as diversas acusações que pairam sobre o juiz censor. Estivemos pesquisando e descobrimos que o elemento já foi alvo de investigação pela polícia federal. Uma reportagem do Correio Braziliense publicada em 17 de julho de 2004 dá detalhes. Veja abaixo:


Correio Braziliense

17/07/2004

PF investiga juiz ligado a delegado

THIAGO VITALE JAYME
DA EQUIPE DO CORREIO

A Polícia Federal investiga um juiz por ter ajudado um réu em julgamento. O desembargador federal Edgard Lippmann teria beneficiado um amigo próximo a adiar um julgamento na corte a qual faz parte, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Foz do Iguaçu (PR). Em conversa telefônica gravada no dia 11 de junho de 2001, Lippmann foi flagrado conversando com o delegado da Polícia Federal Wilson Alfredo Perpétuo. O agente respondia na Justiça por crime de contrabando de uísque em ação proposta pelo Ministério Público. O processo consta no controle do TRF pelo número 1999.04.01.007301-9.
A conversa é comprometedora. ‘Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí’, pede Perpétuo. O desembargador federal não se incomoda com o pedido do delegado. ‘O que é que vai ser julgado aí?’, pergunta. O relator do caso é o desembargador José Luiz Borges Germano, conhecido nos corredores do TRF pelo rigor. Em processo anterior, no qual Perpétuo era denunciado por crimes de peculato e concussão, o mesmo magistrado já havia votado contra ele. O medo de uma nova derrota fez Perpétuo pedir ajuda a Lippmann.Na gravação, Lippmann diz que não tem tanta intimidade com Germano, mas arruma uma estratégia para o processo mudar de mãos e ser julgado por outro desembargador. No dia 7 de junho, Germano anunciou que o julgamento do caso seria realizado no dia 18, uma segunda-feira. Seria a última semana de julgamento antes do recesso forense do mês de julho. Lippmann usa uma estratégia para alterar o relator do processo: sugere a Perpétuo que peça a seu advogado, Osmann de Oliveira, para arrumar um atestado médico. ‘Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão’, diz o desembargador ao amigo delegado.

Operação Lince

O desembargador explica o motivo do adiamento. Estava previsto, na época, uma mudança nas sessões internas do TRF da 4ªRegião. Uma das turmas era responsável por julgar casos relativos aos casos envolvendo tributação e questões criminais. Esse grupo de trabalho seria desmembrado no segundo semestre: haveria um só para tributário e outro para crimes. E todos os processos seriam redistribuídos a novos juízes. Com essa mistura de processos, o caso de Perpétuo mudaria de mãos e seria retirada do crivo do desembargador Germano. Afastando, assim, o juiz rígido do caso do delegado.

A estratégia deu certo. Consta do andamento do processo no TRF que exatamente no dia 18 de junho de 2001, o caso foi retirado da pauta de julgamentos. No dia 2 de julho, diante das mudanças internas no tribunal, o processo foi redistribuído. Caiu nas mãos do desembargador Élcio de Castro.

A relação entre o delegado e o desembargador foi descoberta na investigação de um outro caso investigado pela PF. Perpétuo está preso desde o dia 23 de junho, dia em que foi deflagrada a Operação Lince. A quadrilha da qual a PF suspeita da participação de Perpétuo é acusada de roubo de carga, adulteração de combustíveis e fraudes fiscais. O Correio deixou recados nos telefones celular e da casa do desembargador, mas não obteve resposta.

A gravação

Os trechos das conversas entre o delegado da PF Wilson Perpétuo e o desembargador federal Edgard Lippmann:
Wilson Alfredo Perpétuo - Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí. Porque p..., Lippmann, é um troço nojento.
Edgard Lippmann - O que é que vai ser julgado aí?
Perpétuo - É aquele negócio do uísque lá, negócio da troca lá do Carimã.
Lippmann - Eu sei.
Perpétuo - Você entendeu?
Lippmann - Me diga uma coisa... O que eu te falei. Vai haver uma mudança.
Perpétuo - Então, eu queria que esse julgamento fosse jogado para frente. O que você acha?
Lippmann - Isso aí, Perpétuo. Tinha que fazer. O Osmann é que é teu advogado?
Perpétuo - É.
Lippmann - Ele poderia fazer o seguinte... Dá um atestado aí...
Perpétuo - O quê?
Lippmann - Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão. Ele tem procuração nos autos, não tem?
Perpétuo - Tem.
Lippmann - O que acontece é o seguinte: a partir do segundo semestre... Hoje nós temos três sessões: a primeira que é tributária e crime. E, a partir deste segundo semestre, o tributário vai ficar só no tributário e o crime só crime. E os processos deles, tanto do Amir quando do Germano, quanto os criminais, vão ser redistribuídos.


www.unafisco.org.br/noticias/clipping/2004/SRF%20170704.doc -

Quem disse que juiz que tem rabo de palha pode ficar impune?! E olha que só consegui pescar isso até agora na internet... vamos ver o que teremos mais a descobrir.


Links relacionados ao texto;

http://www.bemparana.com.br/marcus/index.php/2008/01/23/pmdb-prepara-dossie-contra-juiz/
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u366384.shtml
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www.unafisco.org.br/noticias/clipping/2004/SRF%20170704.doc -



quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

REQUIÃO DETONA A IMPRENSA E OS CALHORDAS A SERVIÇO DO PATRÃO

No vídeo acima está a entrevista coletiva do Governador Roberto Requião após vitória eleitoral no segundo turno no Paraná. Foi uma espécie de "lavação da alma". Já que teve oportunidade de responder sem censura todas as mentiras propagadas durante a campanha eleitoral pela mídia privada paranaense e "Global". Obviamente que nenhuma rede reproduziu isso, a não ser a Paraná Educativa. E graças ao YouTube, temos a possibilidade de relembrar e reproduzir aqui para vcs a campanha que fizeram e ainda continuam fazendo contra um governador que não se curvou aos interesses do capital privado que sua e abusa de sua condição econômica comprando ideologicamente a mídia corporativa.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Os verdadeiros interesses do governo americano para com a Venezuela

Estados Unidos se prepara para intervenção militar na Venezuela

Acho que muitos não sabem como se inicia um enfrentamento militar entre nações. Sem entrar no mérito, no momento, das razões entre um e outro país, vou discutir aqui apenas a estratégia utilizada por um ou mais deles. Diferentemente de diversos países subdesenvolvidos, os Estados Unidos ao iniciar uma guerra, na verdade há meses ou anos, já estava se preparando para ela. Antes de iniciarem os ataques ao Iraque ou ao Afeganistão a CIA já estava coletando dados e repassando para a inteligência militar. Lembro-me na época dos primeiros ataques ao Iraque a operação designada chamava-se "decapitação". O objetivo era matar Saddam Hussein e assim evitar o enfrentamento entre as forças militares de maiores proporções. Diversos bombardeios foram realizados nos palácios e bunkers conhecidos. Foi graças ao trabalho da CIA ou do Esquadrão Delta (força militar irregular) é que descobriram que Saddam tinha vários sósias. Mas antes mesmo deste tipo de operação ser realizado, o da investigação e levantamento de dados para os ataques militares, um outro componente importante também estava sendo realizado; o do convencimento político da "necessidade" do ataque ao Iraque. Onde era utilizados como propaganda desta idéia os principais veículos de comunicação, que apesar de acreditarmos que deveriam ser imparciais, simplesmente reproduziam as afirmações. Corroborando ainda mais para o convencimento político da empreitada.

Acompanhamos hoje, sem trégua,os ataques à figura política do presidente da Venezuela Hugo Chávez. Diversos meios de comunicação usam e abusam do termo ditador, mesmo que este presidente não seja um, já que foi eleito e reeleito democraticamente aos longo de todos esses anos. Os interesses do governo norte americano para a Venezuela são outros. E por isso os ataques são realizados. O mais interessante disso é que é feito de forma uniforme, em todo o mundo. A mídia corporativa de diversos países pelo mundo, inclusive aqui no Brasil, não destoam um milímetro se quer das afirmações do governo dos Estados Unidos, mesmo que isso não corresponda com a realidade. Este mesmo governo que já foi desmascarado por diversas vezes nas mentiras que vinham realizando. Vou citar dois exemplos apenas para se ter uma idéia; as afirmações de que o Iraque possuia armas de assassinato em massa e que o Irã estava desenvolvendo armamento nuclear. Esta última, inclusive, foi a própria CIA que divulgou em seu relatório. Pois bem, tudo parece que a maior dificuldade do governo norte americano é convencer alguns governos da região a aderir às suas idéias em relação a Venezuela. Especialmente os que foram eleitos recentemente na América do Sul. A Venezuela não está isolada, integrada ao Mercosul, luta e caminha com uma maior integração econômica, política e cultural. Essa iniciativa é preponderante para sobreviver e garantir apoio político na região, haja vista que correm notícias de que os Estados Unidos vem se preparando, juntamente com a Inglaterra para intervir na soberania do povo venezuelano. Acompanhem abaixo a nota que saiu no Jornal do Brasil;


"Missão Jobim 1

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, fará uma visita ao Suriname e à Guiana ainda neste mês. É o início de um périplo pela América do Sul a fim de convencer os países a formarem um conselho de defesa regional. Idéia que o presidente Lula teve, depois de uma reunião com os três comandantes das forças militares do país.

Missão Jobim 2
Não é mero capricho do poder. É questão de soberania sul-americana. Notícias que correm entre os oficiais dão conta de que o Suriname pretende ceder aos Estados Unidos uma grande área para instalação de uma base militar americana. A Guiana está negociando com o Reino Unido a concessão de 25 milhões de hectares para o mesmo fim."

O link abaixo remete ao texto do jornalista Luís Carlos Azenha, na qual questiona o que pode estar por trás dessa campanha difamatória que a mídia corporativa mundial estabelece contra a figura do Presidente da Venezuela;

Propaganda contra Chávez é só coincidência?
http://www.viomundo.com.br/opiniao/propaganda-contra-chavez-e-so-coincidencia/


Links relacionados ao texto;

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/08/288392.shtml
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http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14779
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http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14748
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http://txt.estado.com.br/editorias/2006/12/06/int-1.93.9.20061206.13.1.xml

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Censura volta ao país através da magistratura paranaense


Não dá para ficar quieto. Mais um absurdo está acontecendo nesse país. O atual governador do Paraná multado em R$ 50.000,00 por dar receita de ovo frito na emissora educativa do Estado do Paraná. Segundo a decisão judicial é porque o governador do Estado faz uso político da emissora. Na verdade o que tem por traz disso é a decisão do governador em suspender toda verba publicitária aos meios de comunicação privados do Estado do Paraná. Ele tem utilizado apenas a emissora educativa. Responde as críticas de seus adversários, ao Ministério Público que avoluma enormes salários e a mídia corporativa que se uniu contra o governador. Ou seja usa o único espaço que tem para exprimir sua opinião. Sua aparição só acontece no programa chamado Escola de Governo, onde se reúne com seus secretários de governo. Nesse programa faz diversas denúncias, inclusive contra as emissoras de tv, especialmente a TV Globo, que vinham pressionando o governador para retomar a distribuição de verba publicitária. O Juiz Edgard Lippman Júnior foi quem acatou a denúncia. Vá lá saber quais os interesses desse magistrado. Acompanhem melhor a notícia com a entrevista dada pelo governador a Paulo Henrique Amorim que disponibilizo abaixo;

Paulo Henrique Amorim – Eu vou conversar agora com Roberto Requião, governador do Paraná. Governador, bom dia, o senhor vai bem?

Roberto Requião – Tudo mais ou menos bem, não fosse a censura imposta ao governo do Paraná.

Paulo Henrique Amorim – Que tipo de censura o senhor sofre?

Roberto Requião – Paulo Henrique, desde o primeiro dia do meu governo tenho, às terças-feiras, uma reunião com o primeiro, o segundo e o terceiro escalão, que eu chamo de Escola de Governo. Essa reunião faz parte de uma série de outras reuniões que oferece cursos de graduação e de pós-graduação aos funcionários públicos e informação entre secretarias. Essa reunião é televisada pela Paraná Educativa, que é uma rádio e televisão poderosa, trabalha com o satélite B4 hoje e ela tem um sinal que vai da Patagônia até o Canadá, cobre o Brasil inteiro, e aqui no Paraná tem uma série de antenas locais também, então é parabólica e antenas locais. E nessa reunião eu tenho combatido a corrupção, denunciado fatos que agridem o governo do Estado, travado batalhas em favor do interesse público e vencido muitas delas. Hoje, por exemplo, a nossa companhia de energia elétrica, a Copel, é a companhia que teve o maior lucro no Brasil, R$1,4 bilhões depois do imposto de renda, em razão de seu porte evidentemente, a nossa companhia de saneamento também enfrenta um processo que levou à privatização e investe pesadamente na saúde pública do Estado do Paraná. E nós denunciamos, no início do governo, utilização de créditos fiscais inexistentes contra a Copel, contra o erário. E tudo isso vem sendo resolvido a partir dessas denuncias e, ao mesmo tempo, as secretarias de Estado informam as outras secretarias e ao público de uma forma geral, aos paranaenses e aos brasileiros, o que é que nós estamos fazendo. Por exemplo, aqui no Paraná nós reduzimos os juros do empréstimo consignado, num prazo de até seis meses, a 0,95%, estamos trabalhando com cooperativas de crédito. E todas essas medidas são anunciadas através da Paraná Educativa. Temos uma pendência com o banco Itaú, que tem nos cobrado precatórios que nós não devemos, originados numa negociata na venda do Banestado, isso tudo é levantado na Paraná Educativa. Agora, num determinado momento, eu resolvi fazer algumas comparações de salários, me impressionava muito a situação do Rio Grande do Sul, que tem uma folha, Paulo Henrique, que é 116% da receita, em função da explosão dos salários do Ministério Público e do Judiciário. A partir desse momento, uma procuradora da Republica entra com uma ação pedindo a censura prévia a todas as minhas declarações que expressassem críticas à imprensa (imagina, eu sou criticado pela imprensa brasileira inteira, sou um governador nacionalista e faço um governo de esquerda), às instituições e às pessoas, com multa de R$ 50 mil e R$ 200 mil na reincidência. Bom, esse pedido foi fulminado por uma juíza Federal de primeira instância que garantiu a liberdade de opinião e de expressão. Mas depois, através de um agravo, foi concedido pelo juiz Lippmann da justiça Federal e eu estou impedido de falar sobre qualquer coisa.

Paulo Henrique Amorim – Especialmente na Paraná Educativa?

Roberto Requião – Na Paraná Educativa e nas rádios do Estado. Na última reunião da Escola de Governo, eu resolvi fazer o que fazia o Estadão de São Paulo na época da ditadura, dar uma receita. O Estadão dava receita de bolo ou reproduzia os Lusíadas. Eu dei uma receita de ovo frito. Recebi uma multa de R$ 50 mil, e sua excelência o juiz Federal determinou que a televisão Educativa, na próxima terça-feira, durante todo o dia, 24 horas, de 15 em 15 minutos, ponha no ar uma nota que a AJUFE, Associação dos Juízes Federais, redigiu em desagravo. De 15 em 15 minutos, ou seja, ele tira a televisão do ar, em todos os seus programas, inclusive aqueles programas em que a gente tem parceria com a TV Cultura de São Paulo. Então, eu estou sendo censurado, eu acho isso absolutamente incrível, me sinto numa situação Kafkiana.

Paulo Henrique Amorim – Agora, governador, além desse fato, existe no Paraná uma circunstancia muito especial, é que as organizações de Televisão e de jornal ligadas, de alguma maneira, a rede Globo, exercem sobre o senhor uma campanha implacável.

Roberto Requião – Ah sim, você vê que a Globo, antes que eu fosse intimado da decisão o juiz deu uma entrevista na Rede Globo. E a Rede Globo, antes de ontem à noite, dá uma nota dessa multa de R$ 50 mil em função do ovo frito, e atribui essa condenação ao fato de eu estar fazendo promoção pessoal. Eu não faço promoção pessoal, Paulo Henrique, quando eu exponho um assunto eu me exponho. Tem pessoas que vão concordar e tem pessoas que não vão concordar, mas eu cumpro o dever de informar ao cidadão paranaense e brasileiro o que acontece no Paraná. O andamento dos processos judiciais e tudo mais... a origem verdadeira disso tudo se deve, primeiro à minha postura no Governo do Estado. Eu sou um governador racionalista. No meu discurso de posse eu disse que governava com o lado esquerdo do peito, onde fica o coração, governava com solidariedade e segundo os princípios da carta dos bispos de Puebla, da opção preferencial pelos pobres, pelos empregos, pelas empresas que geram emprego. Aquele desenvolvimento real, que beneficia o brasileiro e melhora a condição de vida do nosso cidadão. Mas, além disso, o Governo que me antecedeu, que é o Governo do Jaime Lerner, gastou em dois períodos que ele se elegeu o equivalente hoje a R$ 1,5 bilhão. E eu resolvi no ano passado reduzir a zero a despesa de comunicação, porque eles estavam tão sôfregos para fazer voltar a generosidade estatal na mídia, que não tinha dinheiro razoável que pudesse contentá-los. Então, como eles me pressionavam para pagar além do que o Estado podia, eu resolvi liquidar de uma vez por todas a verba de comunicação, estabelecendo um exemplo para o país e me comunicar com a população através da Paraná Educativa e duas rádios que nós temos, uma AM e outra FM. Daí eu passei a ser o objeto do ódio dessa gente toda.

Paulo Henrique Amorim – E como o senhor descreveria a situação da mídia paranaense em relação ao seu Governo?

Roberto Requião – É absolutamente contrária. A mídia funciona lubrificada com dinheiro. Eu cortei os recursos e a mídia acabou, principalmente no que se refere aos grandes jornais, aos grandes meios de comunicação, às redes de rádios. Mas temos aí os heróicos pasquim do interior, as rádios independentes, de pequeno poder financeiro e alcance mesmo, mas que não se subordinam ao esquemão e se colocam numa posição muito clara, fazendo crítica quando acham que o Governo deve ser criticado e elogios, quando acham que deve ser elogiado.

Paulo Henrique Amorim – Agora, governador, uma última pergunta, o que o senhor vai fazer em relação a essa decisão da Justiça, o senhor está recorrendo?

Roberto Requião – Bom, para você ter uma idéia, essa multa de R$ 50 mil ocorreu sem que eu tivesse sido citado da decisão do juiz. E o juiz pretende colocar de 15 em 15 minutos um manifesto da Ajufe, que não é parte de processo nem nada disso. O que é uma exorbitância absoluta. Agora, Paulo Henrique, eu vou recorrer.
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/474501-475000/474892/474892_1.html

Veja abaixo links relacionados ao texto para entender melhor a situação;

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u363961.shtml
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u365725.shtml
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Qualidade jornalística

Jornalismo de qualidade, cada vez mais raro em nossa mídia reacionária.

Termino este ano o curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, na qual fiz a opção alguns anos atrás. Na época, acreditava que este tipo de formação, além de contribuir para minha formação profissional, poderia ser útil na área política. Campo que milito desde os 18 anos de idade. Esse pensamento hoje condiz com minha realidade em termos e explico porque; o mercado de trabalho para os publicitários (profissão da moda) é muito competitivo. São poucas agências na cidade onde resido e as possibilidade só aumentam no campo do marketing de produtos e serviços (organização, planejamento, estrutura e desenvolvimento de novos produtos). É uma área ampla, mas voltado unicamente para o mercado de produtos e serviços. Na área política também é possível desenvolver um trabalho interessante.

Saber levar sua mensagem ao público alvo e diferenciá-lo entre tantos outros não é uma arte, mas uma técnica. A docência é uma área que me instiga, me parece interessante também, vamos ver. Ainda há tempo para pensar. Mas o que realmente tem me chamado a atenção é o jornalismo. É uma área fascinante, não só pelo maneira de vc estruturar seus pensamentos num texto, num vídeo ou áudio, mas a capacidade de investigar assuntos e poder apresentá-lo de maneira que o público, de diversas matizes intelectuais, possam receber a informação e entendê-la. Uma preocupação vem junto; é como nossa mídia corporativa é administrada. Estive lendo o texto do Luis Carlos Azenha em seu blog (
http://www.viomundo.com.br/) e fico a pensar; quando poderemos dar um salto de qualidade nesta área? Assisto eventualmente documentários da BBC de Londres, através do canal Record News e o 60 Minutes, um programa americano e é visível a distância da qualidade entre esses programas estrangeiros e o nosso. Ainda mais pq essa nossa mídia, cada vez mais, vai se transformando em partido político. Concorrência é o que precisamos, pena que o atual governo não se atenha em fazer valer o princípio da imparcialidade, pois quando menor a concorrência nessa área, mais a vontade desintonizados dos interesses da população continuarão a ficar. Veja o texto do Azenha abaixo e reflitam comigo;

Palavras não definitivas sobre o jornalismo anacrônico

Eu concordo com o Paulo Henrique Amorim: o Jornalismo brasileiro é tecnicamente sofrível, especialmente se comparado aos padrões da BBC, por exemplo. É uma das piores "indústrias" do Brasil. Lá na frente estão a Embraer, a Embrapa, a Gerdau. Aqui atrás, quase na rabeira, estão as nossas grandes empresas de mídia. Eu já lhes disse que não entendo de economia. Mas sei o que significa "fazer" economia.

E, diante da necessidade de cortar custos para possibilitar o investimento em outras áreas, quase todas as grandes empresas da mídia brasileira cortaram pessoal. Cortaram por baixo, pelo meio e por cima. Jornalistas experientes, que ganhavam bem, foram "limados". Os que ficaram desempenham múltiplas tarefas. Os programas que antes eram feitos em três meses hoje são feitos em duas semanas.

Existe alguma explicação para o fato de que a Abril, a Folha e agora a TV Globo controlam uma aula optativa para os alunos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo? É a privatização da USP para atender diretamente à demanda do mercado. Os jovens serão treinados em "técnicas" de Jornalismo de acordo com o manual de cada empresa. Vocês acham isso bom? É a garantia de mão-de-obra dócil e barata diretamente da fonte. Bancada com o dinheiro que você paga em imposto. Ou seja, você está financiando, indiretamente, as famílias Frias, Civita e Marinho.

A briga por uma vaga num dos grandes veículos de comunicação é tamanha que não estranho quando me dizem que os estagiários estão se tornando "soldados" das empresas. É uma reação natural: eles sabem que do bom comportamento depende a vaga e o salário. Ou seja, existe um grande estímulo ao puxa-saquismo, ainda que ele se dê apenas no local de trabalho.

Falo do que conheci por dentro: nos últimos anos, o "aquário" - que é onde se reúnem os chefes - ganhou poder. Os repórteres perderam. A matéria vem pronta de cima. Discordar de uma pauta é um desgaste diário para qualquer repórter quando ele descobre que os fatos não combinam com o formato pretendido. Passamos, então, ao jornalismo de comentaristas. Diz um amigo, do alto escalão da TV Globo, que os comentaristas se tornaram especialistas em tudo. Falam um dia sobre economia, no dia seguinte sobre febre amarela, na quarta-feira sobre futebol, na quinta sobre música, na sexta sobre o apagão elétrico, no sábado sobre nado sincronizado e no domingo sobre culinária. Aliás, eu mesmo ouvi estarrecido um especialista em culinária da TV Record dando palpite sobre o apagão aéreo...

Certa vez, um desses comentaristas fez uma comparação disfarçada entre Lula e o ditador da Coréia do Norte. Eu comentei o assunto com um superior, que me respondeu: "Ah, mas esse cara é o clown". Ou seja, é o palhaço da emissora. Não deve ser levado a sério, presumo. Mas alguém combinou com o público? Há uns dez anos anos, eu poderia ir à TV e falar uma besteira sobre Medicina, por exemplo. As reclamações levariam dois ou três dias para chegar, se chegassem. O mesmo se aplicava ao colunista de jornal. Ele escrevia, o texto era publicado, a carta do leitor levava tempo... Havia um espaço entre ação e reação, que desapareceu.

Hoje eu escrevo esse texto, publico e em menos de cinco minutos tem alguém me escrevendo para dizer que discorda, que estou errado, que não pensei naquele outro aspecto e assim por diante. Quem escreve? São médicos que entendem mais de Medicina do que eu. São engenheiros que entendem mais de Engenharia do que eu. São historiadores que entendem mais de História do que eu. Porém, qual é a reação dos "deuses" do Jornalismo a essa mudança?

Eles continuam tendo como referência apenas a "panela" de algumas dezenas de colegas, que estão no eixo São Paulo-Rio de Janeiro-Brasília. Hoje, em torno da mídia, existe uma indústria paralela, assim como a instalação de uma indústria automobilística trouxe consigo os fornecedores. Em torno da mídia existem hoje os sites que tratam da mídia, que tratam da crítica da mídia, que tratam das fofocas da mídia, que acham que existe alguma importância se o fulaninho que estava na Folha foi para a Globo ou vice-versa e se a fulana, apresentadora, fez implante de silicone.

Isso ajudou a completar o rompimento dos jornalistas com o "serviço ao público". Raríssimos são aqueles que se propõem a ralar na periferia de São Paulo atrás de uma reportagem socialmente relevante se é possível fazer meia dúzia de telefonemas e "fechar" a reportagem na redação, ouvindo sempre as mesmas "fontes" e "especialistas". Os comentaristas, então, se sentem completamente livres para escrever o que quiserem em nome da liberdade de opinião, como se a existência desta fosse licença para suspender o bom senso, a contextualização e o contraditório.

Daí nascem as conclusões definitivas, as convocações para tomar vacina, as condenações antecipadas...

E esse tipo de Jornalismo soa cada vez mais anacrônico quando, com algumas tecladas, o leitor descobre na internet que não é bem assim, que tem esse outro lado, que um trecho do discurso foi tirado do contexto, que não foi bem isso o que a refém falou. Talvez a História do Jornalismo seja a história do que não foi notícia e do que foi noticiado de maneira apressada e, por isso, com erros - para não falar em distorções e manipulações. Isso passou quase batido na era pré-internet. Agora, respeitar leitores, ouvintes e telespectadores - e ouví-los - é acima de tudo uma questão de sobrevivência.



Link relacionado ao texto;
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http://www.viomundo.com.br/opiniao/palavras-nao-definitivas-sobre-o-jornalismo-anacronico/

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Eles podem, os outros não. E a mídia golpista o quê faz?

Advinhem pq colocaram o tucano como símbolo do Parque Estadual da Serra do Mar

Estamos no começo do ano e nossa mídia golpista se articula nos bastidores para fazer garantir uma base política para a disputa eleitoral que virá nas próximas eleições municipais. Um exemplo disso é a maneira como faz cobertura denuncista de situações que envolva o governo federal ou governos estaduais que sejam do PT ou de partidos da base aliada do governo Lula.

A cobertura tendenciosa e com intenções de manipular a opinião pública é notória quando fazemos comparações em casos semelhantes, mas com cobertura jornalística distintas. Acompanhe o texto que copiei do blog do Mello (
http://blogdomello.blogspot.com/);

Quando é aliado do governo, Jornal Nacional denuncia. Quando é tucano, silencia

Em sua edição de ontem, o Jornal Nacional mostrou que a polícia de Pernambuco agrediu até a morte um jovem de 13 anos. Um crime bárbaro.

Semelhante a outro, em que um jovem de 15 anos foi violentamente morto pela polícia, em Bauru, São Paulo. Este ainda foi mais cruel, porque a família teve que aguardar na sala, enquanto o jovem era torturado e morto no quarto.

O assassinato de Pernambuco – governado por um aliado do presidente Lula – o JN mostrou.

O de São Paulo – governado pelo tucano José Serra, apoiado pela mídia – não. Quem vê o Brasil e o mundo pela tela do JN não ficou sabendo do que aconteceu.

O mesmo já acontecera com o caso da menina que ficou presa numa cela do Pará – governado pela petista Ana Júlia. Todo dia o caso estava no JN. O do jovem de Bauru – que ontem completou um mês – nada.

E ainda há quem diga que a mídia é isenta, que o problema é de incompetência.

Peralá, é uma incompetência muito seletiva, não?


O texto do Rovai (http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/) também é emblemático. Leia abaixo;

(15/01/2008 17:36)

Quando dona Marisa desenhou na grama uma estrela no jardim da casa presidencial caíram matando. Trataram o fato como o aparelhamento do Palácio do Planalto e republicaram a imagem aos borbotões. A foto que está aí embaixo e que já vem ganhando repercussão em outros blogs, porém, tudo indica será absolutamente ignorada pela mídia tradicional. Depois dizem que a nossa mídia comercial não é tucana. Um colega aqui da redação, doutor em trocadilhos, garante que não é porque tucana é a mãe do tucano. Agora entendi.

Quanto ao mico, um leitor amigo que garante que o bichano não está nessa placa publicitária à toa. A idéia é transformá-lo em símbolo dos Democratas. Não seria má idéia, né? Este blogueiro considera que de fato não há outro bicho que possa expressar tão bem o significado desse novo partido que nasceu das cinzas do Pefelê. O que você acha? Por exemplo, para você o mico combina com o Kassab?

PS: Este blog ainda aguarda as respostas da assessoria de imprensa do governo do Estado e a Agência de Transportes do Estado de São Paulo. As perguntas, relacionadas abaixo, foram enviadas às 16h30 de ontem. Pelo jeito vou ficar aguardando...



Links relacinados ao texto;

http://blogdomello.blogspot.com/2007/12/adolescente-torturado-e-morto-serra.html
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http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL236060-5605,00.html

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http://blogdomello.blogspot.com/2007/11/no-brasil-todo-presa-tem-que-d.html
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http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/colunas/coisas/2004/04/17/jorcolcoi20040417001.html

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Voltamos

Pois é gente, estou de volta. Deveria ter postado assim de ter chegado, mas o cansaço foi maior do que a minha intenção. Foram cinqüenta pessoas que participaram da jornada de descanso e diversão no litoral sul do Estado de São Paulo. Precisamente em Itanhaém, a segunda cidade mais velha do Brasil e onde fica a colônia de férias do Sindicato dos Radialistas. Programamos passeio turístico pelo pontos mais freqüentados e históricos da cidade através de uma espécie de de "jardineira" (trenzinho puxado por um veículo automotor). Valeu. Como esse tipo de viajem ajuda a conhecer pessoas interessantes, estreitar laços de amizades e contribuir para o nosso bem estar.

Hoje devo estar indo para Campo Grande (MS), mas amanhã, sem falta, estarei de volta e me organizando para colocar novos posts. E de maneira bem mais disposta. Podem acreditar.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Passeio em Itanhaém


Gente, é o seguinte; não vou poder postar textos por esses próximos três dias. Estarei indo curtir minhas merecidas férias (na verdade já estava curtindo, né?!). Sexta, sábado e domingo tostando na cidade de Itanhaém. Olha que programão! Muita caipirinha com muito gelo e cerveja sem álcool (minha preferida é a da Belco).Estou indo com um grupo de amigos e companheiros da categoria (radialistas). Espero voltar revigorado para postar coisas mais interessantes. Até lá.

Links pra vcs conhecerem um pouco mais da segunda cidade mais velha do Brasil;

http://www.satelsol.com.br/Itanhaem/praias/index.html
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http://www.satelsol.com.br/Itanhaem/praias/index.html

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Céu de Santo Amaro

Adoro o Flávio Venturini. Músico, compositor e intérprete, há anos nos brinda com suas canções melodiosas com arranjos magníficos. Esta, do vídeo acima, está na voz de Caetano Velozo é "Céu de Santo Amaro" (pra escutá-la, sem interferências, desligue o player da Estação Musical do blog, que se encontra do lado direito da página, logo abaixo). Gosto muito, também, da canção "Sol de Primavera" que faz parte da lista que toca na Estação Musical aqui do Pimentus. Há outras também que gosto muito; "Todo Azul do Mar" e "Espanhola". Pesquisando, é possível encontrarmos "pérolas" em seu repertório. Pra isso acontecer temos de gostar muito de música brasileira e sermos bem insistentes nesse "mar de lixo cultural" na qual somos constantemente bombardeados pela indústria cultural.


Link relacionado ao texto;

http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/84162/

sábado, 5 de janeiro de 2008

Ouça as músicas do Pimentus Ardidus


Não existe música mais linda do que a brasileira (opinião minha). E com reconhecimento internacional. Pensando nisso, e aproveitando a oportunidade, ao ver no blog do Mello na época, disponibilizei aqui também uma estação musical.; a Last FM. Acessando o Pimentus, o visitante tem acesso à diversas músicas escolhidas por mim. Que ouço e que gosto muito, pois das músicas que tocam aqui, todas elas sem exceção, foram escolhidas a dedo, uma a uma, após ouvir por mim. Tem Zéca Balero, Flávio Venturini, Tania Mara, Tetê Espíndola e velhos cantores como Cartola, Vinícius de Morais e até a Araci de Almeida, é possível ouvir aqui.

Há cantores da velha guarda, bem como da nova música popular brasileira também, onde diversos cantores, sem o devido reconhecimento, tem seu espaço garantido aqui. Eles fazem parte de minha lista, que disponibilizo no blog. Basta acessar o
Pimentus, minimizar a página e ficar ouvindo músicas de qualidade que, só quem gosta mesmo de música, certamente escutará toda a seleção que fiz pra vocês.

Se o seu áudio ainda não estiver ligado, vc está perdendo cada música....Faça isso!; ligue-o agora e não perca cada segundo da melhor música do mundo, aqui no Pimentus Ardidus.


Links relacionados ao texto;

http://pimentus-ardidus.blogspot.com/2007/11/revoluo-musical-social.html#links

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http://www.lastfm.com.br/

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

E lá vão eles



No Estado americano de Ohio, o 1º round vai para o democrata Barack Obama. O processo de escolha do partido democrata nos Estados Unidos é uma espécie de indicador de quem tem chances reais de chegar a Casa Branca. Isso não quer dizer que já tem a eleição garantida. Obama tem centrado seu discurso na mudança. Afirmado que irá retirar as tropas americanas do Iraque e voltar sua preocupação contra a pobreza no país, o sistema de saúde e a política ambiental, onde seu país tem sido um estorvo no avanço nesta luta. Seus opositores dentro de seu partido também tem chances. A grande surpresa foi a ex-primeira dama e atual senadora Hillary Clinton que ficou em terceiro lugar nestas primárias. Isso se deve, certamente por mostrar posições dúbias a grandes temas, como a invasão do Iraque, que votou a favor e agora se posiciona contra. Seu discurso centrado na experiência, começou a ser abandonado, mas acredito tarde demais. Os eleitores jovens americanos querem mudança, como o mundo inteiro quer, pena que eles poderiam ter pensado nisso antes de reeleger o famigerado Bush.


Links relacionados ao texto;

http://br.youtube.com/watch?v=GgJAPGw9oHw&eurl=http://www.viomundo.com.br/
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http://www.viomundo.com.br/opiniao/obama-vence-em-estado-de-brancos-e-conquista-57-dos-votos-dos-jovens/
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http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2196532-EI10863,00.html
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Blogs atualizados


A coisa tá feia neste início de ano em relação as atualizações dos blogs. Alguns dos blogs recomendados aqui no Pimentus estão ficando diversos dias sem atualizar. É o caso do Rovai, do blog do Bello e também Vi o Mundo, do Luís Carlos Azenha. Também sem atualizar, mas com menos dias de intervalo estão os do Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada) e o blog do Emir. Como é época de festa, descanso, etc., há a desculpa de direcionarmos nossas atenções para as situações mais imediatas que a época nos impõe. Também há uma característica de que editar um blog, é uma atividade voluntária, sem a obrigatoriedade de manter uma periodicidade rígida. Os textos dos blogs é a expressão do pensamento do autor sob determinado tema. Quando o blog tem um conteúdo mais politizado, dedica-se à temas mais atuais. Quando é a expressão da vaiadade narcisística do autor, além de ser superficial, suas atualizações rigorosas só servirão como "entretenimento" daqueles que gostam de perder tempo em acompanhar a trajetória de quem necessita deste tipo de reconhecimento. Acho que isso é uma grande perda de tempo. Tanto para quem escreve quanto para aquele que lê. Em todo caso, os textos atuais nos configuram a dedicação do autor do blog em manter os seus leitores atualizados daquilo que ele quer comunicar.

Tento, rigorosamente, manter o
Pimentus atualizado, mas nem sempre isso é possível. Neste início de ano, entro de férias de algumas semanas e isso é sinal de que enfrentaremos alguns problemas nesta questão. Mas independente disso, estarei me esforçando para manter meus poucos, mais qualitativos leitores, bem atualizados pelo que ando me informando. Como os blogs recomendados aqui no Pimentus estão em sua grande maioria desatualizados, deixo a sugestão de conhecer os Sites Interessantes (fundamentais) que também indico aqui no Pimentus. Bom divertimento.

Link relacionado ao texto;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Weblog