sexta-feira, 13 de junho de 2008

Mídia não assume, mas faz política o tempo todo


É notório, as vezes quase explícito, a postura facciosa de nossa mídia em relação ao tratamento dispensado ao governo federal e a oposição. Pipocam os casos de corrupção no Rio Grande do Sul, com a governadora Yeda Crucis do PSDB e o caso da empresa Alstom, que envolve membros dos governos do PSDB de tempos atrás e que permanecem no atual governo, também do PSDB aqui em São Paulo. Não se ouve, não se lê, não se sabe. A única forma de acompanhar esses assuntos somente através da mídia independente e alguns veículos alternativos de comunicação. De resto; esqueça. Por isso tem muito branquinho e neguinho esbravejando sua indignação sobre corrupção no governo Lula, mas se cala em relação ao governo de Serra, atualmente.E de Alckmin no passado, por exemplo, aqui em São Paulo. Um disparate.

Sem a devida independência, nossa mídia apresenta um jornalismo por si só em péssimo estado. Chega a ser grotesco, até.E quem os afunda cada vez mais são os interesses das grandes corporações que tem uma visão de Estado bem diferente do atual governo federal. Por isso essa campanha, sem limite, de ficar suscitando crises uma atrás da outra contra o governo do Presidente Lula. Tá certo que este governo não está sendo uma "brastemp", mas muito melhor que o desastre dos governos do PSDB que nossa sociedade teve o dissabor de conhecer e está conhecendo a vários anos aqui em SP.

Acompanhem abaixo algumas dessas descrições do posicionamento da mídia em relação a episódios comprometedores a possíveis candidatos que a mídia corporativa defende;

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No blog do Mello
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Crise, que crise? O PIG busca uma crise.
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No blog Democracia e Política
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Rádio tira o manto da "imparcialidade" e entra na disputa política

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